Pílula do Dia Seguinte - Como Funciona

A Pílula do Dia Seguinte, como é conhecida atualmente, tem resolvido o problema de milhares e milhares de mulheres no mundo inteiro, sendo que seu objetivo não é matar o bebê, aliás, apenas as duas células que estão unidas no começo da gravidez (o óvulo e o espermatosóide, ou quando estão unidos: gâmeta), mas sim evitar que elas comecem a evoluir.

O uso da Pílula do Dia Seguinte geralmente acontece depois de um relação sexual não protegida ou mal protegida, possivelmente fértil. Quando ela é introduzida no organismo, seus efeitos começam acontecer, mas não há uma eliminação imediata do que, futuramente, se tornará um feto e, até para usá-la a mulher deve estar dentro do limite de tempo.

Para que o efeito da pílula seja realmente forte, dando a mulher apenas 5% de chances engravidar, a mesma deve ser ingerida nas primeiras 24 horas. No entanto, se a mulher tomar a pílula dois dias depois, sobe para 15% as chances de engravidar e, por fim, se chegar a 72 (que é o limite máximo), há uma possibilidade de 40% de chances de engravidar.

Depois que a mulher toma a primeira dose, seja ela no primeiro, segundo ou terceiro dia, deve marcar no relógio para tomar outra pílula 12 horas depois a partir do momento que ela tomou a primeira. Lembrando também que a pílula não pode virar rotina, pois o uso excessivo pode bagunçar o ciclo menstrual, além de diminuir a eficiência da mulher.


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