Sobre a “ELA” - Esclerose lateral amiotrófica

Saiba mais sobre a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), tais como causas, sintomas e tratamento!

A Esclerose Lateral Amiotrófica, também conhecida como “ELA”, é uma das doenças mais temidas atualmente, pois age diretamente no sistema nervoso da pessoa, retirando a capacidade de realizar movimentos com os braços e pernas, bem como na maioria dos casos perdendo, inclusive, a capacidade de falar. A ELA não é uma doença recente e poucas pessoas tinham conhecimento a seu respeito até surgir, nos Estados Unidos, o “desafio do balde gelo”, que tinha como um dos objetivos tornar a ELA uma doença conhecida mundialmente e arrecadar doações para instituições de tratamento e pesquisas da doença.

Esclerose Lateral Amiotrófica

A ELA é uma doença neurodegenerativa fatal que atua exclusivamente nos neurônios motores, tais como o primeiro neurônio motor superior no cérebro e o segundo neurônio motor inferior na medula espinhal, impedindo os neurônios de transmitir impulsos nervosos aos músculos, retirando de forma permanente e irreversível os movimentos da pessoa.

Causas da doença

Infelizmente, ainda não existem pesquisas conclusivas sobre o que exatamente pode causar a Esclerose Lateral Amiotrófica, mas sabe-se que se um membro da família tivera forma hereditária da doença, você terá chances de desenvolve-la também. Geralmente a ELA começa dar suas caras quando o indivíduo atinge a faixa etária dos 45/50 anos.

Para fins estatísticos, é válido lembrar que a ELA atinge aproximadamente 5 de cada 100.000 pessoas em todo o mundo.

Principais sintomas

identificar a doença não é tarefa difícil, pois como ela atinge a mobilidade e capacidade muscular da pessoa, os sintomas se apresentam basicamente em:

  • Dificuldade para respirar;
  • Babar acima do normal;
  • Engasgar com facilidade;
  • Problemas de dicção, apresentando voz lenta e anormal;
  • Alterações na voz e rouquidão;
  • Cabeça caída devido a fraqueza muscular do pescoço;
  • Gagueira (disfemia);
  • Perda de peso, etc.

Tratamento

O tratamento da doença é multidisciplinar e só pode ser realizado sob a supervisão de um médico, sendo necessário, principalmente, o acompanhamento de nutricionistas, fonoaudiólogos e fisioterapeutas.

Quanto mais rápido for diagnosticado, maiores serão as chances de retardar a evolução da doença. E lembre-se: Jamais subestime os sintomas dessa doença, e se você conhecer alguém apresentando esses sintomas ou até mesmo você, procure assistência médica imediatamente.


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